{"id":159,"date":"2018-08-15T14:16:20","date_gmt":"2018-08-15T17:16:20","guid":{"rendered":"https:\/\/ceace.org.br\/?p=159"},"modified":"2022-05-30T13:37:41","modified_gmt":"2022-05-30T16:37:41","slug":"espiritismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceace.org.br\/?p=159","title":{"rendered":"Estados de Guerra"},"content":{"rendered":"<p><strong><u>Estados de Guerra<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos respondem a Kardec que o que impele o homem \u00e0 guerra \u00e9 a predomin\u00e2ncia da natureza animal sobre a espiritual e que no estado de barbaria os homens s\u00f3 conhecem o direito do mais forte.<\/p>\n<p>E o homem, adentrando um mundo de regenera\u00e7\u00e3o ainda se envolve em guerras. Mas em vez de nos demorarmos no espanto e na indigna\u00e7\u00e3o a essa constata\u00e7\u00e3o, como se esse mundo n\u00e3o fosse o nosso, concentremo-nos em entender o porqu\u00ea de nos vermos aparentemente estacionados nessa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, por que os habitantes deste planeta parecem ter naturalizado a cultura da guerra?<\/p>\n<p>Deus quer que a ades\u00e3o do homem ao Bem e \u00e0 Ordem seja volunt\u00e1ria e espont\u00e2nea, fruto do desenvolvimento do seu discernimento; quer que o homem compreenda que vive segundo suas pr\u00f3prias escolhas, dando-lhe plena liberdade para faz\u00ea-las.<\/p>\n<p>Materialistas usam dessa liberdade optando pelo desinteresse em descobrir, por si mesmos, a ordem que vigora no Cosmo, pelas leis do Criador. Por n\u00e3o considerarem a exist\u00eancia do Esp\u00edrito, n\u00e3o creem na anterioridade e no futuro das exist\u00eancias. Assim, n\u00e3o compreendem as injun\u00e7\u00f5es expiat\u00f3rias e probat\u00f3rias a que estamos sujeitos e n\u00e3o projetam no futuro as consequ\u00eancias das suas m\u00e1s escolhas.<\/p>\n<p>Se todos fomos criados simples e ignorantes \u00e9 f\u00e1cil depreender que alguns de n\u00f3s nos demoramos em insistir nas escolhas erradas, cristalizando, no car\u00e1ter, o ego\u00edsmo e o orgulho.<br \/>\nE \u00e9 a express\u00e3o desse car\u00e1ter, tendo como pano de fundo o materialismo, que faz muitos acharem que essa tend\u00eancia egoc\u00eantrica, competitiva e beligerante h\u00e1 de fazer parte da natureza humana e que estamos na vida por nossa pr\u00f3pria conta, sobrevivendo melhor o mais forte ou o mais esperto. Prevalece a cultura da guerra, como evento coletivo e como postura individual.<\/p>\n<p>Basta que fitemos o c\u00e9u, numa noite estrelada para entendermos como pueril absurdo nos vermos como a Humanidade inteira. E somos informados que, aqui mesmo, nossos irm\u00e3os de Sistema, n\u00e3o precisaram de guerras para evoluir.<\/p>\n<p>Mas esse planeta \u00e9 a nossa casa e pessoas que fazem guerra s\u00e3o, tamb\u00e9m, nossa fam\u00edlia. Talvez a grande dificuldade de enxerg\u00e1-los assim explique o porqu\u00ea de ainda merecermos viver neste planeta de degredo.<\/p>\n<p>Portanto, o que explica essa tend\u00eancia de viver em conflito com o pr\u00f3ximo \u00e9 a escolha, volunt\u00e1ria e espont\u00e2nea, de viver de forma eg\u00f3ica e orgulhosa. Muitos, mais extremados, defendem violentamente seus modos de ser. O ego\u00edsmo gera a ambi\u00e7\u00e3o do poder ao tentar ampliar a defesa dos pr\u00f3prios interesses. Projete-se tudo isso no coletivo e tem-se as guerras que s\u00e3o, ent\u00e3o, aproveitadas nos processos expiat\u00f3rios que vitimam, em algum ponto no tempo, as pr\u00f3prias pessoas respons\u00e1veis por esse estado de coisas&#8230;<\/p>\n<p>Por outro lado, \u00e9 de pleno acesso a todos, outro lado da vida que sugere, instrui, ampara, coordena e inspira as escolhas corretas, de altru\u00edsmo e de humildade; um lado da vida que faz descobrir em todo o Universo a paz e a beleza da vida eterna.<\/p>\n<p>Marshall Rosenberg teve sua fonte de inspira\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica v\u00e9dica do <em>ahimsa<\/em> ou a\u00e7\u00e3o e consci\u00eancia de n\u00e3o-viol\u00eancia, para criar a sua admir\u00e1vel abordagem de Comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta, levando a compreender que viver em guerra com os outros pode depender de como nos comunicamos.<\/p>\n<p>Como crist\u00e3os identificamos o Evangelho de Jesus como o maior c\u00f3digo de ensino moral e sabemos exatamente o que fazer, compreendendo a Terra como nossa casa e essas problem\u00e1ticas pessoas como nossa fam\u00edlia.<\/p>\n<p>N\u00e3o parece justo querer merecer um mundo sem guerras pouco ou nada fazendo para constru\u00ed-lo.<em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<\/em><strong><em>Celso Andreoni<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estados de Guerra Os Esp\u00edritos respondem a Kardec que o que impele o homem \u00e0 guerra \u00e9 a predomin\u00e2ncia da natureza animal sobre a espiritual e que no estado de barbaria os homens s\u00f3 conhecem o direito do mais forte.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":160,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"elementor_header_footer","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-159","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/159","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=159"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/159\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1006,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/159\/revisions\/1006"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceace.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}